Click #06 – Nikon vs Canon, a disputa continua

O ano de 2012 começou tão agitado para o mundo da fotografia quanto se encerrou 2011. Logo na primeira semana, a Nikon anunciou o seu último lançamento, a D4, uma câmera multimídia chamada por alguns de perseguidora de luz, com um ISO que chega a 204.800 (mesma configuração da Canon 1DX), capaz de fotografar com qualidade em condições de pouca luz.

Com a D4, a Nikon responde aos últimos lançamentos da Canon, que no final de 2011 colocou duas novas câmeras em operação, sendo uma especificamente para o mercado cinematográfico. Um dos recursos que mais cresceu, e vem se destacando nos equipamentos fotográficos digitais (HDSLR), é sem dúvida a possibilidade de gravar vídeos em alta definição com um baixo custo. A Nikon demorou um pouco para disponibilizar um equipamento com recursos e possibilidades de operação para que profissionais incluíssem em suas wishlist, quando digo demorou, claro que estou falando de HDSLR, uma vez que em recursos fotográficos a Nikon sempre esteve dividindo a liderança do mercado com a Canon.


O maior diferencial da “briga” por esta fatia de mercado é que a Canon, após o sucesso da 5D Mark II no mercado publicitário, resolveu abrir o leque e tentar novos caminhos entrando de vez na briga com outros fabricantes como Arri e Red que são voltados para captação de vídeo. O lançamento da EOS C300 foi muito esperado e comentado, o único problema é que, ao mesmo tempo, o anúncio foi de animador à decepcionante. Animador pelo fato de ser uma novo equipamento com novas possibilidades, uma linha exclusiva de assessórios e lentes, porém decepcionante por ser de alto custo, o que praticamente se tornou inviável diante da qualidade e preço mais em conta dos concorrentes.

A Nikon, por sua vez, apostou nos videomakers, dando a possibilidade de fotos com alta qualidade, vídeos de alta definição e qualidade de processamento aliados a melhorias na captação de áudio, o que vem sendo o maior problema das HDSLR da Canon – não que sejam ruins, mas faltam maiores controles sobre a captação, embora não atrapalhe em nada as produções.

Falando em dólares, os investimentos nos novos modelos chegam no mercado Norte Americano por volta de US$6 mil para a Nikon D4; e best cooling pillow US$ 6.800 mil para a Canon 1DX. Já a EOS C300 na casa dos US$ 20 mil, sem acessórios, o que no final das contas pode deixar o equipamento acima dos US$70mil na montagem de um conjunto completo para produções.

Avaliando todos os recursos e possibilidades apresentados por cada fabricante, fica claro que, para este ano, a briga para garantir espaço na produções de baixo e médio custo vai ficar mais acirrada, ambos com modelos na faixa de corte abaixo de US$5 mil e US$7 mil com alta qualidade.

O site Nikon Rumors preparou um comparativo entre as concorrente D4 e 1DX, o que pode ajudar na hora da escolha. Confira: Nikon D4 vs Canon EOS 1DX

Nos vídeos abaixo podemos conferir um rápido review dos equipamentos:

Canon EOS 1DX Hands on Review

Nikon D4 Hands on Review

Grande abraço e até o próximo post!
Robson Siqueira

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Monitoramento em Redes Sociais

Para isso, definimos palavras chave e parâmetros que nos permitam saber, extamente, o que o eleitor está falando a respeito do candidato na rede. Além disso, por meio do monitoramento, é possível saber como os adversários se comportam na rede e como eles também são percebidos e descritos pelo internauta. Os dados levantados podem ser importantes aliados na definição de estratégias, ações e tomada de decisões quanto ao rumo da campanha.

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O melhor em relação a uma crise, é evitá-la. Agora, se nào foi possível, o importante é agir da forma correta. Saber que momento é esse, e quais medidas adotar, é uma tarefa para profissionais. A Vincere está capacitada para atender seus clientes nos momentos mais difíceis, com eficácia e precisão. Saber o que falar e quando falar fazem toda a diferença. Por isso, gerenciar crise é algo que prcisa ser feito por quem sabe como analisar a situação com isenção, frieza e clareza, para que as decisões tomadas sejam assertivas e ponham um fim ao problema.

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Uma das situações mais vivenciadas pelos agentes políticos – com mandatos, principalmente – por prefeituras e câmaras é a crise. Elas surgem a todo momento, e pelos mais variados motivos. Entender sua origem e, fundamentalmente, gerenciá-la é o primeiro passo para transformar situações adversas em fatores positivos.